segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mostra Teatro Petrópolis


Mostra Norte de teatro


Floripa teatro 2


Festival de teatro de Florianópolis - Floripa teatro


OCUPAÇÃO CASA DA GÁVEA 4


OCUPAÇÃO CASA DA GÁVEA 3


OCUPAÇÃO CASA DA GÁVEA 2


OCUPAÇÃO CASA DA GÁVEA


SESC TIJUCA 3


SESC TIJUCA 2


SESC TIJUCA


Figurinos


Cenário e espaço cênico

Cenário

O espetáculo possui

3 cadeiras
1 projeção ao fundo do palco


Espaço cênico utilizado

boca de cena 1 metro
profundidade 5 metros
largura 6 metros


obs - Espaço adaptável para palco Italiano e Semi-arena

Iluminação - mapa


Curriculo da peça

Novembro de 2008
Selecionado para a Mostra Sesc de teatro Cariri


Setembro de 2008
Em cartaz no repertório do Teatro municipal Maria Clara Machado na Gávea

Setembro de 2008
Mostra de teatro de Petrópolis

Agosto de 2008
Festival de teatro Unipar – Umuarama - Paraná

Agosto de 2008
Em cartaz no Repertório do Teatro municipal Maria Clara Machado da Gávea

Agosto de 2008
Mostra Norte no Teatro Miguel Falabella

Abril de 2008
Festival de Teatro de Florianópolis – Isnard Azevedo – Floripa Teatro

Agosto e setembro de 2007
Em cartaz no Teatro Casa da Gávea dentro do projeto Ocupação

Maio de 2007
Apresentação em forma de processo no SESC Tijuca dentro do projeto Novas Pesquisas Cênicas, da diretora Ana Kfouri

Abril de 2007
Leitura dramatizada no Ciclo de Leituras da Casa da Gávea

domingo, 21 de setembro de 2008

Ficha técnica

Texto: Júlia Spadaccini e Renata Mizrahi
Direção: Diego Molina
Elenco: Angela Bellonia, Morena Cattoni e Tatynne Lauria
Iluminação: Anderson Ratto
Figurino: Bruno Perlatto
Cenografia: Manoel Puoci e Roberta Nicoll
Direção Musical e Trilha Sonora: Isadora Medella
Preparação corporal: Marcos Nauer
Produção musical: Joana Guimarães
Videografismo: João Penoni
Fotografia de cena: Guilherme Vidal e Karina Yamada
Assessoria de Imprensa: João e Stella Pontes / Gardênia Vargas
Produção e Realização: Teatro de Nós e KL Produções

Não quero começar...


Foto: Karina Yamada

Proposta de encenação


Três atrizes interpretam a mesma personagem: Anita. Três mulheres são um só canal para um intenso fluxo de pensamento que é expelido em cena. Um dia Anita tem como base para sua encenação a farta utilização de recursos de voz, som e vídeo. Palavra e imagem são ação, servem de impulso para as atrizes e para a poesia da cena.
A direção trabalha intensamente os tempos rítmicos do espetáculo e as atrizes, através de preparo técnico e realizando diversificadas dinâmicas vocais, constroem as cenas. O espaço é uma plataforma quase vazia (composta apenas por três cadeiras e projeções) aberta à movimentação das intérpretes que criam um novo lugar a cada instante, de acordo com a lógica fragmentada do pensamento da personagem – direcionando a estética de Um dia Anita para um lugar distante de uma idéia realista de teatro. Além disso, são projetadas na caixa preta do espaço, imagens em movimento criadas pelo artista plástico João Penoni, especialmente para o espetáculo, que levam poesia e estética ao trabalho.
Um dia Anita é um espetáculo dinâmico e divertido que expõe o pensamento fragmentado de uma personagem no limite de suas emoções num dia aparentemente ordinário. Através de sua mente, ecoado através do corpo e da voz de três atrizes Um dia Anita mostra ao público a falta de ordem, a inconstância e a força com que nós percebemos e nos relacionamos com o mundo.

O projeto

objetivo >>>

Um dia Anita tem como objetivo levar à cena um olhar sobre a mente da uma mulher que passa por situações variadas dentro de um cotidiano conhecido e de fácil identificação.
O projeto promove um texto inédito, concebido através da parceira de duas jovens autoras do circuito carioca de dramaturgia que se uniram pela identificação artística e que encontraram no Teatro de Nós, uma cia. de pesquisa artística continuada, o suporte ideal para a concretização de sua obra contemporânea.

A montagem do texto inédito de Julia Spadaccini e Renata Mizrahi Um dia Anita vai ao encontro de uma dramaturgia questionadora antenada com as questões da época em que vivemos. É nesse cenário que as três atrizes estabelecem uma divertida relação, utilizando-se do humor e da reflexão para realizar um jogo de palavras e explorar o tempo e o ritmo de diversas maneiras. O espectador é assim transportando para uma divertida viagem teatral, deixando-se levar pelo universo colocado pelo texto.

ommmm !!!


Foto: Karina Yamada

Quem sou eu ?

APRESENTAÇÃO

ANITA – Então o que você é?
(Silêncio)
ANITA – Sou uma pessoa que pensa sobre a pessoa que quero ser...
(Silêncio)
ANITA – Sei... E o que você quer ser?


Um dia Anita é uma comédia dramática que coloca em cena o pensamento fragmentado de uma mulher de 32 anos num dia comum. Três atrizes interpretam a personagem Anita. Elas se dividem para darem conta do raciocínio frenético da personagem, que de tão alucinante, a faz transportar para os mais diversos lugares e ao encontro de diferentes figuras.

SINOPSE DO ESPETÁCULO

Anita acorda para mais um dia de sua vida. E o que parecia ser realmente mais uma etapa de seu cotidiano aos poucos vai se mostrando extremamente atípico e intenso. A mente de Anita não pára, não há controle, e ela se vê sem aviso em lugares diferentes e encarando as mais diversas situações. Sua mente, em fluxo, a faz pensar num mundo de coisas: desde a dor pela mordida na cutícula até a reflexão de sua existência.

ANITA – É lógico que você quer ser alguém melhor que você.
ANITA – Alguém quem?
ANITA – Deixa eu pensar...
ANITA – Ah, sei lá... Dorothy, Pedrita dos Flinstones, Alice no país das Maravilhas, Cinderela, Branca de Neve, Emília do Sítio, She-ha, Mulher Maravilha, Batgirl, Madonna, Caterine Tramel, Britney, Mulher Sambaia, Mulher Melancia, Gretchen...
ANITA – Ah, mentira!